Surfista precisa se alongar e cuidar do condicionamento físico
O surfe é um esporte que está se profissionalizando muito nos últimos anos. Foi-se o tempo em que o surfista era aquele sujeito descompromissado, que perdia horas e horas pegando ondas na praia. Profissionais vivem disso, uma indústria gera uma receita extraordinária com produtos, revistas, filmes, roupas e até alimentos e o surfe definitivamente ganhou a mídia. Daí termos cada vê mais pessoas de ambos os sexos, e das mais variadas idades, se dedicando ao esporte.
Mas engana-se que basta colocar uma prancha debaixo do braço e enfrentar as ondas com coragem e equilíbrio. “Mudanças da maré, grandes ondas, correntezas e o desgaste do esporte exigem muito do surfista. É preciso ter um bom condicionamento físico para se dedicar ao esporte, ainda que a intenção da pessoa seja apenas se divertir. O surfe é hoje uma excelente oportunidade de condicionamento físico. Mas é preciso estar preparado para adotá-lo”, avisa o ortopedista especialista em medicina do esporte, João Marcelo Amorim, do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
O médico do CREB diz que é indispensável se aquecer antes de praticar o surfe. “Da mesma forma que o atleta se alonga antes de correr ou jogar futebol, é preciso fazer o mesmo antes de praticar o surfe. Ele lembra que a própria coluna vertebral fica exposta nas quedas, que muitas vezes são fortes o suficiente para machucar o surfista. O médico acrescenta que o condicionamento cardiovascular e o treinamento devem fazer parte da preocupação daqueles que querem praticar esta atividade.
– Não é raro receber surfistas no consultório, com queixas como dores na coluna vertebral, inflamações, enfim, com algum problema gerado pelo esporte. Ao sinal de qualquer dor, é preciso procurar um especialista, inclusive por aqueles que querem começar a pratica o esporte – finaliza o médico.
CREB oferece acesso à internet
Acesso à internet para pacientes
Com o intuito de oferecer mais conforto, comodidade, praticidade e um atendimento diferenciado, o CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia – está disponibilizando a seus pacientes o acesso livre à sua rede wi-fi, para conexão à internet em alta velocidade. Isso significa que aqueles que estão no CREB com seu próprio notebook podem acessar a internet, através da banda larga do CREB, sem pagar nada por isso.
O mesmo pode ser feito por aqueles que dispõe de celular com acesso à internet. Para tal, basta que o paciente se dirija à recepção e se informe. Através da rede wi-fi do CREB, o paciente poderá ler seus e-mails e navegar por suas páginas preferidas, enquanto aguardo sua hora de atendimento.
Dor no pescoço pode indicar um problema de coluna
Uma leve dor no pescoço pode ser conseqüência de uma noite mal dormida ou de um movimento mais brusco e, por isso, é passageira. Mas em muitos casos, é uma indicação muito comum de problemas na coluna, especificamente na parte cervical. “As estatísticas demonstram que em torno de 85% da população mundial sentiu, sente ou sentirá dores na coluna. E dores no pescoço são indicativas de cervicalgia ou mesmo uma radiculopatia, que é a compressão de nervos da coluna. Se a dor persistir, a pessoa deve procurar um médico para avaliar o problema”, explica o Dr. Mendel Finkielman, reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o médico do CREB, a cervicalgia – dores na coluna cervical (que está localizada na região do pescoço) – pode causar dor, sensação de peso, desconforto nas costas e ombros, dores localizadas, dormência e formigamento nos braços e mãos. Pode também estar acompanhada de zumbido no ouvido, lacrimejamento e tonteira, assim como sensação de edema nas mãos, principalmente pela manhã. Uma das principais causas, diz ele, é a má postura. “A má postura traz problemas para a coluna. Mas o tipo de trabalho da pessoa também pode ser determinante. Pessoas que ficam muitas horas sentadas, de frente para o computador, por exemplo, podem ter cervicalgia”, explica o reumatologista.
O Dr. Mendel recomenda que a pessoa que está sentindo dores regulares no pescoço consulte um médico reumatologista. “Logo nos primeiros sintomas, a pessoa deve se consultar, pois agindo assim poderá evitar o agravamento do quadro. E quanto mais cedo iniciado, melhores são os resultados do tratamento”, garante ele. “O tratamento pode ser divido em medicamentosos e não medicamentoso. Além de anti-inflamatórios, analgésicos e relaxantes musculares, utlizamos alguns protocolos de reabilitação que trazem ótimos resultados, associando, dependendo do caso, a eletroterapia analgésica, cinesioterapia, RPG, pilates, manipulação vertebral, a acupuntura e a hidroterapia. Uma vez iniciado o tratamento, temos resultados extremamente satisfatórios e a pessoa volta a ter sua qualidade de vida”, afirma o médico. Para finalizar, o Dr. Mendel alerta para o que os médicos chamam de “lesão silenciosa”.
– Há pessoas que têm problemas na coluna, mas não sabem, pois não sentem dores regulares. O ideal é procurar um reumatologista para fazer uma avaliação – garante.
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